domingo, 8 de março de 2015

A MÚSICA E A HISTÓRIA: FORTUNATE SON- CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Banda americana muito popular nos anos 60 e 70, o Creedence Clearwater Revival criou uma sonoridade única, misturando country music com blues, hard rock, rockabilly, rock psicodélico e rock feito no sul dos Estados Unidos, sintetizando todos os estilos de Rock'N'Roll na época, emplacando sucesso atrás de sucesso a cada novo álbum, sendo que suas músicas continuam a serem regravadas por inúmeros artistas e muito presentes até nos dias de hoje.
Lançada em 1969, Fortunate Son faz parte do conhecido álbum Green River, é uma canção de protesto em relação a participação dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã, criticando a questão de filhos de poderosos não serem convocados para lutar,  graças ao dinheiro, enquanto pessoas menos abastadas são levadas para o campo de batalha, vivenciando um verdadeiro espetáculo de horrores, tendo uns instrumental que une rock pesado com psicodelismo. Confiram abaixo um vídeo com a música traduzida, prestem atenção na letra:


Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima. 




POEMA: NOSTALGIA



Saudade dos antigos tempos,
Quando não tinha nenhuma grande preocupação,
Só pensava em brincar e estudar,
Poucas coisas eram necessárias para termos um dia feliz,
Brinquedos nasciam do nosso improviso,
A televisão tinha programas bons para assistir,
Os games eram simples, porém divertidos e desafiantes,
Para nós, aquilo era altíssima tecnologia,
Não tinha celular e computadores portáteis,
Mas havia dialogo e amizades inesquecíveis,
Não existia internet, mas tinha comunicação,
Os tempos são outros, temos uma vida bacana hoje em dia,
Porém dá uma saudade imensa da época de infância,
Ela tem sabor de nostalgia e de alegria.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

BOA SEMANA A TODOS, ATÉ A PRÓXIMA.


sábado, 7 de março de 2015

RETRÔ: ALTERED BEAST


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

Quem já jogou o game da imagem acima? É um dos primeiros games lançados para Mega Drive (Genesis), bastante lembrado com muito entusiasmo pelos fãs por sua estória requintada, gráficos incríveis para a época ou por jogabilidade extremamente simples, desafiante e divertida, estou falando de Altered Beast, game clássico lançado em 1988 pela Sega para arcade (fliperama) e Mega Drive, posteriormente ganhando versões em diversos consoles, até mesmo o popular Playstation 2.
 Misturando perfeitamente jogo de plataforma com briga de rua (Beat 'em ups), Altered Beast conta as emocionantes aventuras de um centurião (soldado)grego ressuscitado por Zeus (Deus supremo da Grécia Antiga) para salvar sua filha Atena das mãos do malvado demônio Neff, atravessando cenários mórbidos e assustadores como o próprio Mundo dos Mortos, lutando contra monstros mitológicos, zumbis, demônios e monstros chefes, tendo com ajuda poder de transformar em besta em cada uma das 5 fases (lobisomem, dragão, urso, tigre e lobisomem dourado)   depois que pega 3 átomos chamados power-up, podendo destruir os monstros chefões que Neff se transforma em cada fase. 
 Como pode ser observado na sinopse do game, Altered Beast é ambientado na Grécia Antiga, tem referências a deuses, todos os cenários lembram as ruínas gregas, os monstros mitológicos (alguns são emprestados de mitologias de outras partes da Europa e do Oriente) e o próprio enredo, o qual é nitidamente baseado em um mito grego muito conhecido:  o do rapto de Perséfone (filha dos deuses Zeus e Deméter), por Hades (deus do submundo), que ficou loucamente apaixonado pela beleza da jovem deusa e  a levou ela para seu reino no Mundo dos Mortos.
 Sendo um dos primeiros grandes games baseados na Mitologia Grega, Altered Beast  é um jogo que inovou tanto na temática, usou som totalmente digitalizado (algo muito surpreende para a época), a trilha sonora que dá todo tom dramático e épico ao jogo, gráficos próximos a de desenhos animados e jogabilidade muito divertida, tornando-se um verdadeiro clássico da Sega, abrindo caminho para games de temática igual como a consagrada série God of War. Confiram abaixo um vídeo mostrando um pouco mais sobre esse jogo maravilhoso e nostálgico:



Grande abraço, BOM FIM DE SEMANA, até a próxima.

sexta-feira, 6 de março de 2015

SRS ESPECIAL: SÍMBOLOS MUNICIPAIS



Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Depois de um longo e proveitoso período de férias, hoje retorna as atividades da coluna Santa Rosa do Sul Especial, iniciando a temporada 2015 de postagens sobre nosso munícipio, sempre mostrando a História, cultura e eventos importantes que acontecem aqui, sempre daquela maneira que todos conhecem e gostam, começamos com o pé direito, falando sobre nossa bandeira e símbolos municipais de Santa Rosa do Sul.

SÍMBOLOS MUNICIPAIS

 Há alguns anos atrás, esse blog iniciou a coluna Santa Rosa do Sul Especial, espaço semanal o qual seria destinado a mostrar a História e cultura do nosso munícipio, além de fazer coberturas de eventos culturais que aqui acontecem (apesar de eu já fazer isso antes de iniciar a coluna), sempre dando vez e voz ao povo sul santarosense.
 Aqui já foi falado um pouco sobre a História de Santa Rosa do Sul e dos principais aspectos geográficos de munícipio, pretendo aqui trazer sempre coisas novas e diferentes, e isso foi só o começo, ainda tem muita coisa pela frente. Hoje iremos falar sobre os nossos símbolos municipais, ou seja as cores e o brasão da nossa bandeira. As Fontes usadas são o site da Prefeitura Municipal (cliquem http://www.santarosadosul.sc.gov.br/) e o livro Santa Rosa do Sul Raízes, escrito por jornalista Rolando Christian Sant'Helena Coelho.
 A bandeira municipal foi criada pela Câmara de Vereadores, sendo que foi apresentada a população pela primeira vez no dia 07 de setembro de 1989, durante os desfiles do Dia da Independência do Brasil, sendo que as cores da bandeira são o vermelho e o amarelo queimado, sendo muito semelhante a bandeira da Espanha.  
 A cor amarelo queimado simboliza na bandeira municipal a riqueza e a grandiosidade de Santa Rosa do Sul. O vermelho representa a coragem e a bravura do povo sul santarosense, que ajudou a desbravar essas terras com seu suor e trabalho, que contribuíram para transformação da pequena vila em munícipio com o passar do tempo.

 O brasão municipal consiste em um grande polígono, onde são representado os setores existentes no munícipio de Santa Rosa do Sul, sendo que em cima está o nome do município e data da emancipação da cidade; abaixo as torres representam os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário; no polígono central (pintados de vermelho e amarelo queimado da bandeira) representa a força da pecuária (vaca), agricultura (enxada), industria (engrenagem) e comércio (Universo do Comércio) de nosso munícipio; e nas laterais e abaixo do polígono central, representa os produtos de nossa produção primária, os ramos de arroz, raízes de mandioca, folhas de fumo e cachos de bananas.
 A bandeira municipal sempre está presente nos desfiles cívicos, nos prédios públicos e nas escolas, sendo um símbolo que mostra nossa cultura, economia, trabalho,  História e a força do povo sul santarosense. Essa foi uma pequena apresentação, espero que todos tenham conhecido um pouco mais de nossos símbolos municipais.

Um grande abraço, até a próxima, BOM FIM DE SEMANA. 

quinta-feira, 5 de março de 2015

POEMA: MUNDO DA FANTASIA


A realidade é muito chata e cruel,
Onde uns dominam e outros são escravos,
Prefiro viver totalmente no mundo da fantasia,
Onde o que importa é ter um coração puro igual a de uma criança,
Onde não exista politicagem ou ideologias egoístas que aprisionam,
A liberdade é aproveitada da melhor forma possível,
Onde as bandeiras de luta sejam a educação e a cultura,
Não exista nenhum tipo de preconceito ou revanchismo,
O romantismo nunca esteja fora de moda,
O dialogo seja fundamental para um bom convívio social,
Não exista loucura, maldade, drogas, violência e corrupção,
Mas existe poesia, amor e amizade,
Ninguém se sinta sozinho,
Não existe nenhum tipo de depressão ou doença,
O sonho de cada um é respeitado,
A família é um tesouro valioso,
Esse mundo não é coisa de escritor de auto ajuda ou de filosofo,
Vive no fundo do coração de cada pessoa,
A felicidade está mais próxima do que se imagina,
Basta apenas querer e fazer que aconteça,
Esse é o grande segredo para alcançar a felicidade.

Autor: Andrio Cardoso Pereira





quarta-feira, 4 de março de 2015

CINE HISTÓRIA:HAIR (1979)


FICHA TÉCNICA

Título Original: Hair
Duração: 121 min.
Ano: 1979
Diretores:  Milos Forman 
País:  Estados Unidos
Idiomas disponíveis e legendas: Inglês/ Português
Gênero: Musical/ Comédia/ Drama/ Guerra 
Temática: Movimento Hippie/ Guerra do Vietnã/ Contracultura nos Estados Unidos nos anos 60

SINOPSE (Fonte: Adoro Cinema)

Claude (John Savage), um jovem do Oklahoma que foi recrutado para a guerra do Vietnã, é "adotado" em Nova York por um grupo de hippies comandados por Berger (Treat Williams), que como seus amigos tem conceitos nada convencionais sobre o comportamento social e tenta convencê-lo dos absurdos da atual sociedade. Lá Claude também se apaixona por Sheila (Beverly D'Angelo), uma jovem proveniente de uma rica família.

COMENTÁRIO

 Grandioso musical dirigido pelo diretor tcheco Milos Forman, foi inspirado originalmente na peça homônima da Broadway escrita por James Rado e Gerome Ragni, faz uma singela e emocionante homenagem ao movimento hippie nos anos 60, de uma maneira ousada e divertida que se tornou um grande clássico do cinema no final dos anos 70, tanto pelas atuações magnificas do elenco como pelos belos números musicais durante as duas horas de filme.
 As canções apresentadas no filme fazem alusões ao conservadorismo americano, racismo, repressão sexual,  liberdade de expressão, uso de drogas, guerras a ao próprio pensamento hippie, mesclando com muito humor, forte crítica social e doses bem dramáticas, tudo com muita inteligência e excelente qualidade musical, com fortes pegadas de Rock, além das coreografias bem divertidas, fazendo que canções como Aquarius e Let it Sunshine In ficassem no imaginário dos espectadores.
 Além de toda a parte musical que faz alusão ao movimento hippie e a contracultura, o filme apresenta de forma indireta a participação dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã, conflito o qual os hippies da película são opositores declarados, tentando convencer o personagem central da trama, Claude, não embarcar para a guerra.
 Hair é um filme raro dentro do gênero musical, tanto na questão estética como na ambientação histórica, a qual assemelha muito em fotografias da época, ele traz uma singela, bela, poderosa e atemporal mensagem  de paz, amor e amizade. sendo capaz de unir pessoas completamente diferentes umas das outras, emocionando espectadores de várias gerações.



Grande abraço, BOA SESSÃO, até a próxima,  

terça-feira, 3 de março de 2015

LIVRO: O CONDE DE MONTE CRISTO


Olá caros leitores tudo bem com vocês?

 Mundialmente conhecido por ser um exímio contador de estórias, Alexandre Dumas, pai (1802-1870) criou um estilo literário envolvente e inesquecível, que une aventura, romance e acontecimentos históricos, que podem ser reconhecidos facilmente em livros como Os Três Mosqueteiros, Os Irmãos Corsos e O Homem da Máscara de Ferro, que são verdadeiros clássicos da literatura universal.
 Publicado pela primeira em 1844, O Conde de Monte Cristo é uma dois romances mais conhecidos e populares de Dumas, sendo adaptado inúmeras vezes para o cinema, séries de televisão, desenhos animados e até para revistas em quadrinhos, sempre fazendo que o livro esteja constantemente entre os mais vendidos de todos os tempos.
 A trama do livro conta a estória de Edmond Dantés, um marinheiro bem sucedido tanto em sua profissão como amorosamente, acaba sendo vítima de um complô organizado pelos próprios amigos, os quais nutriam uma imensa inveja, levando-o a ser preso. Após passar anos na prisão, com ajuda do abade Faria, consegue fugir, e através de uma mapa que ganhou de presente do padre, encontra um imenso tesouro em uma ilha, transformando-se assim no misterioso e milionário Conde de Monte Cristo e parte em busca de vingança contra aqueles que o colocaram na prisão injustamente.
 O pano de fundo dessa aventura empolgante é o fim da Era Napoleônica, citando inclusive acontecimentos como a fuga de Napoleão da ilha de Elba em 1815 e a sua derrota definitiva. Os vilões da estória são bonapartistas convictos, mas usando Dantés como bode expiatório, para escaparem de serem presos, além de retrata costumes da nobreza francesa antes das revoltas populares que agitaram a França e toda a Europa no século XIX.
 Mesmo sendo astuto e muito cruel em sua vingança, Edmond Dantés não é uma pessoa malvada, ele nutre sentimentos bons, não mede esforços par ajudar seus aliados e das pessoas que ele ama, inclusive os defende dos violentos ataques de seus inimigos.
 Além de ser um grande clássico da literatura obrigatória aos fãs de uma boa aventura recheada de reviravoltas, O Conde de Monte Cristo é uma obra-prima que fala sobre temas muito comuns em livros e cinema até hoje, como a vingança e o perdão, comprovando a atualidade do escritor francês Alexandre Dumas, que foi responsável pela popularização dos romances históricos.

Um grande abraço, boa leitura, até a próxima.