quarta-feira, 11 de novembro de 2015

POEMA: SEJA VOCÊ MESMO


Valorize as coisas boas da vida,
Nunca acabe com a liberdade e a alegria do outro,
Respeite seu próximo,
Não dê ouvido a maus falatórios e a demagogos,
Seja você mesmo sempre,
Assim você será feliz de verdade.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

terça-feira, 10 de novembro de 2015

LIVRO: O SENHOR DOS ANÉIS- TOLKIEN



Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Dispensando qualquer apresentação, o escritor britânico John Ronald Ruel Tolkien (1892-1973) foi um exímio contador de estórias fantásticas, criando um universo mitológico imensamente rico em detalhes, influenciando por culturas e mitologias antigas de várias partes do mundo, evidenciado em suas obras mais conhecidas como O Senhor dos Anéis e O Hobbit, ganham emocionantes adaptações cinematográficas a partir de 2001, dirigidas por Peter Jackson, fazendo que Tolkien torna-se ainda mais popular, conquistando uma verdadeira legião de fãs no mundo todo.
 Publicada entre 1954 e 1955, a trilogia O Senhor dos Anéis é composta dos livros: A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei, é uma continuação direta de O Hobbit, narrando as aventuras de Frodo, um jovem hobbit que tem a missão de destruir o maligno anel criado pelas forças do mal, enfrentando criaturas mitológicas, magos, os seus próprios medos, guerras violentas e a desconfiança para alcançar seu objetivo e salvar a Terra Média da destruição, aliando-se com todos os seres que existem naquele universo.
 Ambientado em um universo mitológico que une elementos medievais e com da antiguidade, essa obra pega elementos da cultura greco-romana, judaico-cristã, oriental, dos antigos anglo-saxões, dos povos germânicos, eslavos, da mitologia das ilhas britânicas e de outros povos antigos, misturando uma trama requintada, onde une aventura, epopeia, humor, terror, guerra, romance e altas doses de dramaticidade, que são a marca registrada de Tolkien, além de mostrar mapas, arvores genológicas de todos os personagens da trama e fatos históricos nos apêndices no último livro da trilogia, dando maior realismo e sendo usado depois na criação de outros romances de Tolkien publicados posteriormente, tornando O Senhor dos Anéis um clássico da literatura mundial, uma forte influência para muitos escritores de universos fantásticos da atualidade.


Grande abraço, BOA LEITURA, até a próxima!      

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

CINE HISTÓRIA: DOUTOR JIVAGO (1965)








FICHA TÉCNICA

Título Original:  Doctor Zhivago
Duração: 201 min.
Ano: 1965
Diretor: David Lean 
País: Estados Unidos
Idiomas disponíveis e legendas: Inglês e Português
Gênero: Aventura/ Épico/ Ação/ Guerra/Drama
Temática: Primeira Guerra Mundial, Revolução Russa

SINOPSE (Fonte: Adoro Cinema)

 O filme conta sobre os anos que antecederam, durante e após a Revolução Russa pela ótica de Yuri Zhivago (Omar Sharif), um médico e poeta. Yuri fica órfão ainda criança e vai para Moscou, onde é criado. Já adulto se casa com a aristocrática Tonya (Geraldine Chaplin), mas tem um envolvimento com Lara (Julie Christie), uma enfermeira que se torna a grande paixão da sua vida. Lara antes da revolução tinha sido estuprada por Victor Komarovsky (Rod Steiger), um político sem escrúpulos que já tinha se envolvido com a mãe de Lara, e se casou com Pasha Strelnikoff (Tom Courtenay), que se torna um vingativo revolucionário. A história é narrada em flashback por Yevgraf de Zhivago (Alec Guinness) , o meio-irmão de Yuri que procura a sua sobrinha, que seria filha de Jivago com Lara. Enquanto Strelnikoff representa o "mal", Yevgraf representa o "bom" elemento da Revolução Bolchevique.

COMENTÁRIO


Prodigioso clássico inspirado na obra de Boris Pasternak e com a direção impecável de David Lean, mostra um retrato sócio-político da Rússia antes e depois da Revolução de 1917, com um enredo afiado, misturando o épico político com o dramático e romântico, apoiado por uma fotografia arrebatadora, trilha sonora emocionante conduzida e feita por Maurice Jarre, além de um elenco internacional encabeçado por Omar Sharif, Julie Christie, Geraldine Chaplin (filha de Charles Chaplin), Alec Guinness, Rod Steiger e Klaus Kinski.
Sendo realizado após o estrondoso Lawrence da Arábia, outra-prima de Lean, esse filme também foi um tremendo sucesso, apesar da temática do filme ser vista com olhares de desconfiança, pois na época em que foi lançado o mundo vivia a Guerra Fria, conflito bipolar entre o bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos e o bloco socialista liderada pela extinta União Soviética (Rússia). Doutor Jivago (ou Zhivago) é um dos primeiros filmes feitos fora da Rússia a tratar da Revolução Bolchevique.
Além do livro de Boris Pasternak, o filme deve um tributo muito especial ao cineasta russo Sergei Eisenstein, criador de épicos sobre a Revolução Russa como O Encouraçado Potenkim e Outubro, assim como David Lean, usava de imagens poderosas e apresenta os dois lados do mesmo fato, na época que o cinema ainda era mudo e sem cores.
Ao representar o lado bom e ruim da revolução, através de personagens emblemáticos, como Yevgraf e Strelnikoff, David Lean nos mostra nesse filme que a História das Revoluções não é assim um mar de rosas como aparece nos livros, mas que também há sofrimento, perseguições e pessoas que não querem se envolver com política, tentam viver suas vidas normalmente, como se nada tivesse acontecido, como no caso de Yuri Jivago e sua família.
Além da Revolução Russa, os horrores da Primeira Guerra Mundial são retratadas nesse filme, nos apresentando as terríveis trincheiras, a desilusão dos combatentes, a tristeza da enfermaria de guerra e a conspiração que deu origem a derrota russa na guerra, dando início o processo revolucionário, gerando cenas grandiosos, bem ao gosto de David Lean.
Produção vencedora de 5 Oscars, Doutor Jivago lembra em muitos aspectos o clássico E O Vento Levou (1939), dirigido por Victor Fleming, tanto pela presença de uma estória de amor em meio a um período histórico conturbado, pela estrutura épica, cheia de grandes sequencias grandiosas, porém uma se trata da Guerra Cívil Americana e outra da Revolução Russa, e também pela estrutura de espetáculo tendo abertura, intervalo, entrada e encerramento, como é de praxe em todos filmes épicos antigos, apresentando trechos da trilha sonora do filme, coisa que faz falta no cinema atualmente.
 Outras questões que esse filme trazem a tona é quanto vale a liberdade, tanto a individual como a coletiva das pessoas; se vale a pena ou não lutar por um grande amor, mesmo em tempos turbulentos; qual a diferença de uma revolução realmente feita para o povo de vingança pessoal; e a arte como forma de expressar o pensamento e de causar reflexão sobre os problemas político-sociais.
Doutor Jivago inspirou posteriormente diversos filmes sobre a Revolução Russa, como no caso de Reds (1981) de Warren Beatty, que trata a vida do jornalista e escritor John Reed, especialmente durante a Revolução Russa, escritor do livro Os Dez Dias que Abalaram o mundo, sendo outro grandioso sucesso do cinema, recriando algumas cenas e figurinos muito semelhantes. Sem dúvida nenhuma é um dos filmes mais belos da História do cinema, um clássico para se ter em casa e assistir inúmeras vezes, merecendo o clichê de "vale a pena ver de novo".

CLIQUE AQUI PARA FAZER O DOWNLOAD DO FILME

GRANDE ABRAÇO, BOA SESSÃO, ATÉ A PRÓXIMA!

domingo, 8 de novembro de 2015

A MÚSICA E A HISTÓRIA: O CORVO- CONDE & DRÁCULA




Olá caros leitores, tudo bem com vocês?

 Dentro do universo da música sertaneja, desde o seu surgimento, uma das características mais fortes sem dúvida é a criatividade, seja na mistura de ritmos contemporâneos, nas letras das canções ou nome das duplas ou trios, fazendo ela ser um dos ritmos musicais mais populares de norte a sul desse imenso Brasil.
 Além disso, há duplas que fazem um estrondoso sucesso de imediato, conquistando o público, ficando sempre nas paradas de sucesso. Há outras que fazem sucesso estrondoso por um determinado tempo, depois nunca mais ouve falar. Tem outras ainda que ficam na total obscuridade, mesmo tendo qualidade musical, seja por falta de divulgação ou pelo destino, transformando seus discos em verdadeiras raridades.
 A dupla da foto acima, além de bastante criativa, fez sucesso relativo em meados dos anos 70, porém ficando na total obscuridade, estou falando de Conde & Drácula. Como é de imaginar, o nome da dupla é uma homenagem ao vampiro mais famoso da literatura e do cinema, e tem como temática principal contos de terror e lendas em suas letras, com um toque bem caipiresco, usando inclusive efeitos sonoros, dando um clima de mistério.
 Apesar de ter pouquíssimas informações sobre a dupla na internet, mas graças ao Youtube, Conde & Drácula tem três músicas de sucesso, ambas falando em lendas: Bruxa Feiticeira, A Noite dos Vampiros (as duas já foram apresentadas aqui no blog) e O Corvo, canção o qual falaremos hoje. Em outras oportunidades iremos falar de outras músicas dessa e de outras duplas sertanejas desconhecidas pelo grande público.
 Sendo uma canção feita em 1976, O Corvo é uma adaptação do famoso poema escrito por Edgar Allan Poe em 1854, conta a estória de um homem solitário que perdeu o grande amor de sua vida (supostamente  morreu), mas vive assolado pela presença desse amor dolorido através de um corvo assustador. Confiram abaixo um vídeo com a música, prestem bastante a atenção na letra, que por sinal é bem bacana:



Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima!

sábado, 7 de novembro de 2015

RETRÔ: MEDAL OF HONOR



Olá caros leitores, tudo bem com vocês?


 Você conhece a cena do game acima? É um dos grandes sucessos da empresa de jogos eletrônicos Eletronics Arts, tem uma verdadeira legião de fãs, graças a qualidade visual, jogabilidade fácil e pelos enredos bem elaborados, sendo uma verdadeira epopeia no mundo dos games de guerra, popularizando ainda mais os games de tiro em primeira pessoa, estou falando logicamente de Medal of Honor. 
 Produzido pelo cineasta Steven Spielberg, o primeiro game da franquia Medal of Honor foi lançado em 1999, aproveitando do grandioso sucesso do filme épico O Resgate do Soldado Ryan, dirigido por Spielberg um ano antes, filme que impressiona pelo realismo sanguinolento das cenas de batalha, coisa nunca antes visto em filmes de temática bélica, usando bastante das experiências dos set de filmagem para recriar cenários virtuais altamente realistas e ação incessante, marcas registradas de todos os jogos da franquia. O último jogo da franquia, Medal of Honor: Warfighter, foi lançado em 2012, desde então não houve mais lançamento de mais nenhum jogo novo da franquia, graças as fracas vendas e notas baixas da crítica especializada em games durante o lançamento dos últimos jogos da franquia.
 Com exceção dos dois últimos jogos, que são ambientados na Guerra do Afeganistão e ao terrorismo atual, os games da franquia Medal of Honor são ambientados na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), mostrando os principais momentos do conflito, seja a resistência ao nazismo, a espionagem e batalhas tanto no front oriental, ocidental e no norte da África, tendo recriações precisas de cenários, armas e uniformes usados nos conflitos, além de enredos os quais surgiram após entrevistas com veteranos, tornando o um verdadeiro clássico e dignos de roteiros cinematográficos.  Confira abaixo um vídeo contando a História de Medal of Honor:




Grande abraço, BOA SEMANA, até a próxima!



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

POEMA: HEI VOCÊ


Hei você, preste a atenção,
Olhe para seu lado,
Não perca nenhum detalhe,
Ame a todos,
Viva tua vida intensamente,
Tenha uma certeza em seu coração,
Só se vive uma vez,
Depois não tem volta,
Então, APROVEITE.

Autor: Andrio Cardoso Pereira

BOM FIM DE SEMANA, ATÉ A PRÓXIMA!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A MÚSICA E A HISTÓRIA:OURO DE TOLO -RAUL SEIXAS


Olá caros leitores, tudo bem com vocês?


 Maior expoente do Rock nacional nos anos 70, Raul Seixas dispensa qualquer apresentação, todas suas músicas são verdadeiros clássicos da MPB, além de ter toda uma mística e irreverência bem original em suas letras, tornando-o em um mito da cultura brasileira.
Lançada em 1973, Ouro de Tolo faz parte do antológico álbum Krig-ha Bandolo, é uma canção carregada de emotividade, mas que faz uma crítica bem elegante ao ufanismo do Milagre Econômico, defendido pelo Regime Militar vigente no Brasil nos anos 70, além de satirizar o consumismo exagerado daquela época. Confiram abaixo o vídeo com a música, prestem atenção na letra:



Grande abraço, até a próxima, BOM FIM DE SEMANA!